sábado, setembro 30, 2006

Damn!!

Bom. Antes de tudo. Estou na casa do Daniel desde sexta. Vim pra cá depois da facul (e do trabalho bombante de juri simulado... ^^). Tive um noite optima! Joguei sinuca (e joguei bem, o que é melhor ainda), ri, zuei e etc. Mas o "Damn" é sobre outra coisa. Por estar na casa do Daniel, eu fiquei brincando com o violão, e com isso descobri que EU NÃO ME LEMBRO MAIS DA VÁRIAS MÚSICAS QUE EU FIZ. Isso me deixou meio triste. Tá... elas não são composições extraordianárias, dignas do meu amigo Pacco, mas são minhas. Na verdade, algumas músicas estão espalhadas na casa de amigos... o John se não me engano tem algumas. Infelizmente tenho certeza que não são todas. Na minha tentativa frustrada de lembrar de algumas, criei pedaços de outras. Aff... estou frustrado...

Bom... amanhã tem eleição... vamos exercer nosso direito de tentar não ser passado para trás ¬¬!!

segunda-feira, setembro 25, 2006

Apesar do sono...

... antes de dormi fui ler um pouco (aproveitar q tenho tempo). Acabei por ler uns contos que tenho aqui. Então me deparei com este. Simplesmente fantástico (aconselho ao meu amigo P.P. leia... acho q vc vai gostar ^^):

O Ex-mágico da Taberna Minhota

"Inclina, Senhor, o teu ouvido, e ouve-me; porque eu sou desvalido e pobre." -
Salmos, LXXXV, 1.

Hoje sou funcionário público e este não é o meu desconsolo maior.
Na verdade, eu não estava preparado para o sofrimento. Todo homem, ao atingir certa idade, pode perfeitamente enfrentar a avalanche do tédio e da amargura, pois desde a meninice acostumou-se às vicissitudes, através de um processo lento e gradativo de dissabores.
Tal não aconteceu comigo. Fui atirado à vida sem pais, infância ou juventude.
Um dia dei com os meus cabelos ligeiramente grisalhos, no espelho da Taberna Minhota. A descoberta não me espantou e tampouco me surpreendi ao retirar do bolso o dono do restaurante. Ele sim, perplexo, me perguntou como podia ter feito aquilo.
O que poderia responder, nessa situação, uma pessoa que não encontrava a menor explicação para sua presença no mundo? Disse-lhe que estava cansado. Nascera cansado e entediado.
Sem meditar na resposta, ou fazer outras perguntas, ofereceu-me emprego e passei daquele momento em diante a divertir a freguesia da casa com os meus passes mágicos.
O homem, entretanto, não gostou da minha prática de oferecer aos espectadores almoços gratuitos, que eu extraía misteriosamente de dentro do paletó. Considerando não ser dos melhores negócios aumentar o número de fregueses sem o conseqüente acréscimo nos lucros, apresentou-me ao empresário do Circo-Parque Andaluz que, posto a par das minhas habilidades, propôs contratar-me. Antes, porém, aconselhou-o que se prevenisse contra os meus truques, pois ninguém estranharia se me ocorresse a idéia de distribuir ingressos graciosos para os espetáculos
Contrariando as previsões pessimistas do primeiro patrão, o meu comportamento foi exemplar. As minhas apresentações em público não só empolgaram multidões, como deram fabulosos lucros aos donos da companhia.
A platéia, em geral, me recebia com frieza, talvez por não me exibir de casaca e cartola. Mas quando, sem querer, começava a extrair do chapéu coelhos, cobras, lagartos, os assistentes vibravam. Sobretudo no último número em que eu fazia surgir, por entre os dedos, um jacaré. Em seguida, comprimindo o animal pelas extremidades, transformava-o numa sanfona. E encerrava o espetáculo tocando o Hino Nacional da Cochinchina. Os aplausos estrugiam de todos os lados, sob o meu olhar distante.
O gerente do circo, a me espreitar de longe, danava-se com a minha indiferença pelas palmas da assistência. Notadamente se elas partiam das criancinhas que me iam aplaudir nas matinês de domingo. Por que me emocionar, se não me causavam pena aqueles rostos inocentes, destinados a passar pelos sofrimentos que acompanham o amadurecimento do homem? Muito menos me ocorria odiá-las por terem tudo que ambicionei e não tive: um nascimento e um passado.

Com o crescimento da popularidade a minha vida tornou-se insuportável.
Às vezes, sentado em algum café, a olhar cismativamente o povo desfilando na calçada, arrancava do bolso pombos, gaivotas, maritacas. As pessoas que se encontravam nas imediações, julgando intencional o meu gesto, rompiam em estridentes gargalhadas. Eu olhava melancólico para o chão e resmungava contra o mundo e os pássaros.
Se, distraído, abria as mãos, delas escorregavam esquisitos objetos. A ponto de me surpreender, certa vez, puxando da manga da camisa uma figura, depois outra. Por fim, estava rodeado de figuras estranhas, sem saber que destino lhes dar.
Nada fazia. Olhava para os lados e implorava com os olhos por um socorro que não poderia vir de parte alguma.
Situação cruciante.
Quase sempre, ao tirar o lenço para assoar o nariz, provocava o assombro dos que estavam próximos, sacando um lençol do bolso. Se mexia na gola do paletó, logo aparecia um urubu. Em outras ocasiões, indo amarrar o cordão do sapato, das minhas calças deslizavam cobras. Mulheres e crianças gritavam. Vinham guardas, ajuntavam-se curiosos, um escândalo. Tinha de comparecer à delegacia e ouvir pacientemente da autoridade policial ser proibido soltar serpentes nas vias públicas.
Não protestava. Tímido e humilde mencionava a minha condição de mágico, reafirmando o propósito de não molestar ninguém.
Também, à noite, em meio a um sono tranqüilo, costumava acordar sobressaltado: era um pássaro ruidoso que batera as asas ao sair do meu ouvido.
Numa dessas vezes, irritado, disposto a nunca mais fazer mágicas, mutilei as mãos. Não adiantou. Ao primeiro movimento que fiz, elas reapareceram novas e perfeitas nas pontas dos tocos de braço. Acontecimento de desesperar qualquer pessoa, principalmente um mágico enfastiado do oficio.

Urgia encontrar solução para o meu desespero. Pensando bem, concluí que somente a morte poria termo ao meu desconsolo
Firme no propósito, tirei dos bolsos uma dúzia de leões e, cruzando os braços, aguardei o momento em que seria devorado por eles. Nenhum mal me fizeram. Rodearam-me, farejaram minhas roupas, olharam a paisagem, e se foram.
Na manhã seguinte regressaram e se puseram, acintosos, diante de mim.
- O que desejam, estúpidos animais?! - gritei, indignado.
Sacudiram com tristeza as jubas e imploraram-me que os fizesse desaparecer:
- Este mundo é tremendamente tedioso - concluíram.
Não consegui refrear a raiva. Matei-os todos e me pus a devorá-los. Esperava morrer, vitima de fatal indigestão.
Sofrimento dos sofrimentos! Tive imensa dor de barriga e continuei a viver.
O fracasso da tentativa multiplicou minha frustração. Afastei-me da zona urbana e busquei a serra. Ao alcançar seu ponto mais alto, que dominava escuro abismo, abandonei o corpo ao espaço.
Senti apenas uma leve sensação da vizinhança da morte: logo me vi amparado por um pára-quedas. Com dificuldade, machucando-me nas pedras, sujo e estropiado, consegui regressar à cidade, onde a minha primeira providência foi adquirir uma pistola.
Em casa, estendido na cama, levei a arma ao ouvido. Puxei o gatilho, à espera do estampido, a dor da bala penetrando na minha cabeça.
Não veio o disparo nem a morte: a mauser se transformara num lápis.
Rolei até o chão, soluçando. Eu, que podia criar outros seres, não encontrava meios de libertar-me da existência.

Uma frase que escutara por acaso, na rua, trouxe-me nova esperança de romper em definitivo com a vida. Ouvira de um homem triste que ser funcionário público era suicidar-se aos poucos.
Não me encontrava em condições de determinar qual a forma de suicídio que melhor me convinha: se lenta ou rápida. Por isso empreguei-me numa Secretaria de Estado.


1930, ano amargo. Foi mais longo que os posteriores à primeira manifestação que tive da minha existência, ante o espelho da Taberna Minhota.
Não morri, conforme esperava. Maiores foram as minhas aflições, maior o meu desconsolo.
Quando era mágico; pouco lidava com os homens - o palco me distanciava deles. Agora, obrigado a constante contato com meus semelhantes, necessitava compreendê-los, disfarçar a náusea que me causavam.
O pior é que, sendo diminuto meu serviço, via-me na contingência de permanecer à toa horas a fio. E o ócio levou-me à revolta contra a falta de um passado. Por que somente eu, entre todos os que viviam sob os meus olhos, não tinha alguma coisa para recordar? Os meus dias flutuavam confusos, mescla- dos com pobres recordações, pequeno saldo de três anos de vida.
O amor que me veio por uma funcionária, vizinha de mesa de trabalho, distraiu-me um pouco das minhas inquietações.
Distração momentânea. Cedo retornou o desassossego, debatia-me em incertezas. Como me declarar à minha colega? Se nunca fizera uma declaração de amor e não tivera sequer uma experiência sentimental!
1931 entrou triste, com ameaças de demissões coletivas na Secretaria e a recusa da datilógrafa em me aceitar. Ante o risco de ser demitido, procurei acautelar meus interesses. (Não me importava o emprego. Somente temia ficar longe da mulher que me rejeitara, mas cuja presença me era agora indispensável.)
Fui ao chefe da seção e lhe declarei que não podia ser dispensado, pois tendo dez anos de casa, adquirira estabilidade no cargo.
Fitou-me por algum tempo em silêncio. Depois, fechando a cara, disse que estava atônito com meu cinismo. Jamais poderia esperar de alguém, com um ano de trabalho, ter a ousadia de afirmar que tinha dez.
Para lhe provar não ser Levianas a minha atitude, procurei nos bolsos os documentos que comprovavam a lisura do meu procedimento. Estupefato, deles retirei apenas um papel amarrotado - fragmento de um poema inspirado nos seios da datilógrafa.
Revolvi, ansioso, todos os bolsos e nada encontrei.
Tive que confessar minha derrota. Confiara demais na faculdade de fazer mágicas e ela fora anulada pela burocracia.

Hoje, sem os antigos e miraculosos dons de mago, não consigo abandonar a pior das ocupações humanas. Falta-me o amor da companheira de trabalho, a presença de amigos, o que me obriga a andar por lugares solitários. Sou visto muitas vezes procurando retirar com os dedos, do interior da roupa, qualquer coisa que ninguém enxerga, por mais que atente a vista.
Pensam que estou louco, principalmente quando atiro ao ar essas pequeninas coisas.
Tenho a impressão de que é uma andorinha a se desvencilhar das minhas mãos. Suspiro alto e fundo.
Não me conforta a ilusão. Serve somente para aumentar o arrependimento de não ter criado todo um mundo mágico.
Por instantes, imagino como seria maravilhoso arrancar do corpo lenços vermelhos, azuis, brancos, verdes. Encher a noite com fogos de artifício. Erguer o rosto para o céu e deixar que pelos meus lábios saísse o arco-íris. Um arco-íris que cobrisse a terra de um extremo a outro. E os 'aplausos dos homens de cabelos brancos, das meigas criancinhas.

Murilo Rubião, 1947.

Tá...

... o show foi bom. Muito bom aliás. Mas como sempre, houve stress. Pelos mesmos motivos de sempre, organização, tempo e Bruno. Afff... paia d+!! Mas só irei comentar sobre mesmo, quando a poeira baixar. Tirando isso o show foi bom. Scars Left By Time foi fodasticamente bombante. Já estou em casa no momento. E estou M-O-Í-D-O. Sabe quando vc fica parado q começa a ter devaneios? Pois é. Estou assim no momento... por isso irei dormir no momento e irei falar mais do show depois. E de outras coisas também como o DVD que eu fiz que recebeu elogios de diversas pessoas ^^. Bom... noite...

domingo, setembro 24, 2006

Contagem regressiva...

... para o show da Sotto. Faltam menos de duas horas!! Bom... foram poucos ensaios, poucas músicas, mas acho que vai ser legal... pelo menos uma. Estou no Daniels no momento. Copinho de Coca-Cola básico antes de tudo começar. Esse show vai ser um tanto quanto nostálgico. Está sendo realizando da E.E. Bueno Brandão (... entra burro e sai ladrão... AHUAHuaHau... ¬¬), onde estudei da 1ª à 4ª série. Nostalgia... ando muito nostágico ultimamente...

domingo, setembro 10, 2006

Momento:

Nesse exato momento estou copiando Jogos Mortais. O primeirão. Com isso terei os dois. Gosto desse filme. Achei bem bolado, coisa que não ocorre muito nos filmes de terror-suspense de hj em dia. Copiando este filme, terei cerca de 35 filmes. Filmes meus (ainda tem os da minha irmã, pai, mãe... e olha que tb nem estou contando os animes). Posso dizer que tenho uma singela videoteca. Apesar desse tanto de filme, ainda não vi vários. A falta de tempo tá osso. Fora q a preguiça ajuda um pouco. Nesse feriadão que tivemos agora, eu poderia ter compensado essa falta de tempo e ter visto tudo. Porém, tive q dedicar tempo à banda, que está saindo da inércia na qual se encontrava. O pior é que apesar do feriado, as músicas que eu deveria ter tirado para o ensaio da banda, não tive tempo de tirar. Tive que tirar na hora, de maneira quase mágica. É uma bosta. Apesar de acreditar de que tempo é algo que a gente faz, estou começando a achar que ele é curto d+. Deveria ter ajudado no "World Jump Day" (que obviamente falhou miseravelmente). Mas devo concordar que planejo mal o meu tempo. Ou melhor: planejo, no entanto, sou pouco disciplinado. As vezes empolgo d+ jogando e acabo negligenciando outra atividade. É... mas regras são "chatas".

Estou comendo Nutella. Esse troço é bom d+. Pena que é caro.

73% da cópia. O video que tinha colocado para download terminou. E ele é muito engraçado. AHUHAUHAUHA.

Esse feriado foi legal, mas gastei grana d+. Gastos inesperados principalmente com comida. No dia 7, desci e fui beber com o Guy e o John no Balaio. Estava sentindo falta desses encontros descompromissados. Apenas nós estavamos lá, bebendo, comendo e jogando papo fora. Foi muito bom. Sai de lá pensando muito sobre coisas que não deveria pensar. Mas a vida é assim... principalmente quando vc bebe. Fui dormir no Fred. Chegando lá, uma ótima surpresa. O Daverson tava lá. É uma das pessoas mais simpáticas que eu já conheci. Foi bom rever o cara. Fui dormir tarde nesse dia pq fiquei tirando as músicas. Apesar disso... acordei cedo (dia 8 (sonhos estranhos... e agradáveis))... Daverson fazendo montinho em mim. Tá... não posso dizer que fiquei feliz com isso. Mas não vou brigar por conta desse fato, afinal, não sou o Doidinho. Só fui acordar mesmo 14h. Levantei e tomei um banho. Ao contrário do JC, BH ainda faz calor de vez enquando nesta época. Daverson chegou do teste dos Correios (onde foi o recordista de tudo... doido d+). Enquanto ele tomava banho, fui tirar as músicas. Nesse momento, a "comida" do Pablo chegou no apto (ele nem estava lá). Fiquei trocando ideia com ela até o Pablo chegar. Passado mais um tempo Marcos chega. Daverson e eu fomos almoçar. Acabamos que fomos para o lado do Oiapoque, já que o Marcos queria ver umas coisas. Aproveitei e comprei um par de pilhar recarregaveis para meu MP3 Player. Almoçamos por aqueles lados. Marcos e eu voltamos para terminar de tirar as músicas. Aos poucos o povo da banda foi chegando para o ensaio, que foi "bom". Quase ninguém tirou as músicas na íntegra. A última música é que foi foda. "Scars Lefted By Time" está simplesmente soberba. Melhor música que a Sotto já tocou.

Ouvindo no momento "Carly Comando - Untitled". Recomendo vcs a pegar esta música.

Mais Nutella.

Bom. Fim de ensaio. Pedi ligeirinho com o Fred. Fiquei vendo Tv depois de ter comido... acabei que apaguei. Acordei duas da madrugada no susto. Com isso, troquei de roupa, catei o travesseiro e voltei a dormir. Acordei (dia 9) 10h + -, mas fiquei rolando na cama. Fui copiar algumas coisas do PC do Fred. Só fui fazer o dejejum lá pelas 14h. Lá pelas 15:30, meus pais aparecem pra me pegar. Fechei o apartamento e vazei (ahh.... o Fred viajou + -13h, com isso fiquei sozinho no apto. Queria uma namorada neste momento). Já no carro, várias paradas. Casa da Tia Socorro, Tia Virgínia, pizzaria. Comida de "verdade" (meu almoço foi um saco de chips, coca e um iogurte de maracujá). Chegei em casa + - 18:30. Olhei umas coisas na net e capotei na cama. Acordei 20h. Ai fiquei vendo Tv e mexendo na net. Nada d+!! Bom... Já tá tarde pra cacete... tenho que dormir. Deixa eu ir.

Ultima colher de Nutella. Publicar postagem...

sábado, setembro 02, 2006

It's over.

É... tudo acaba um dia.

Ainda bem...

... que meu blog não é polêmico. Dando uma olhada na blogsfera, li umas coisas muito cabulosas vide link abaixo:

Clique Aqui.

Se a moda pega...

Bombancia!!

Sim... eu me sinto bombante!! Pq? Por um motivo fútil, mas ainda sim, um motivo!! Meu Pc é um maquina finalmente!! Ontem eu comprei minha placa 3D ultra fodástica!! GeForce 6200 256Mb!!! Tá... nem é um coisa muito "ohhhhh"... mas o importante é que eu comprei com o meu dinheiro!! Minhas "movimentações financeiras" realmente estão dando certo!!! Estou com altos joguinhos bombantes aqui!! E detalhe, para bombar geral, só está faltando a placa de captura, que devo comprar até dia 15. Ahhhh... acabei de me lembrar! Em relação a facul... essa tá bombando tb!! Vou ter meu primeiro trabalho no ramo XDXDXD!!!! Meu grupo vai traças estratégias de MKT e de propaganda para um cliente real, e o melhor, o cara vai aplicar e veicular o que nos fizermos!!! Isso é muito foda!!! É isso ai!! Sobre a vida... por enquanto só...